"Eu não quero fingir que sou gente grande, que aguento o tranco e sou indiferente à saudade.
Não, eu sou uma carente assumida.
Me alimento de pessoinhas tagarelas, abraço protetor do homem amado, sopa de mãe e longos casos de gente como eu, que se fortalece na sua fraqueza de querer apenas estar perto dos seus.
Não sou esse tipo de gente que quer ser fortaleza, eu quero ser bala, menina, quero inocência, delicadeza."


1 comentários:
Já disse que seu blog continua sendo uma fonte repleta de inspirações pra mim?
Sucesso!!
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