Hunger - Florence + The Machine
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Comumente como eu previ, me questiono sobre como chegamos aqui.
Antes de espadas serem alçadas ao vento para defender uma honra que pouco importa,
Um retorno no tempo se faz necessário...
Eu busco dentro de mim, como sempre busquei uma razão para continuar,
Um motivo pelo qual lutar, talvez a loucura faça parte do meu dia-a-dia.
Quando o grito é tão alto que seus tímpanos não suportam mais e mesmo assim, ninguém escuta...
...Como se sobrevive a isso?
Jovens cometem estupidez, é o que sempre escutamos.
Como se tivéssemos uma bença para errar.
Uma falsa ilusão de que tudo volta atrás,
Só porque intenções e palavras bonitas assim desejam.
Mantemos nossas esperanças de que tudo irá eventualmente melhorar,
E nos cegamos para as coisas que não queremos ver.
Construímos nossas realidades diante do que consideramos aceitável,
E ignoramos todo o restante.
E quando tudo desmorona,
Nos questionamos de quem é a culpa, outro equivoco...
Tratamos culpa, perdão, consideração, respeito, amor,
Como algo que possuimos fisicamente e temos que dar para alguém.
Ignoramos o fato de que essas coisas estão dentro da gente,
Que pertence somente a nós e não ao mundo.
Esses sentimentos não são vendidos em unidades,
Porque eles não podem ser vendidos.
E a gente sofre a vida inteira por não entender isso.
E então sofremos...
Porque queremos exigir do mundo coisas que ele é incapaz de nos dar.
Queremos atribuir ao mundo toda a responsabilidade pelo nosso sucesso, pela nossa felicidade.
Mas no fim, a unica pessoa capaz de nos libertar, somos nós mesmos.
Clichê? De fato o é!
E o engraçado é que ninguém parece escutar de verdade.
Tratamos pessoas como se fossem objetos,
E esperamos que elas ajam como tal.
Afinal objetos são constantes e contínuos em sua finalidade até definharem.
No começo tudo é festa, tudo é maravilhoso e eterno, todo mundo ama, todo mundo ri...
Tudo é tão bom, que desejamos eternizar o momento.
E aí vem o primeiro baque, nada nessa vida é constante, e então sofremos.
Porém ignoramos e fingimos que tudo bem, faz parte...
Então começamos a ignorar coisas, porque consideramos que aquilo que nós temos
É superior ao que somos e ao que sentimos.
Nesse momento, nos traímos pela primeira vez indo por um caminho que não terá um final feliz.
E então os conflitos se iniciam, mas como sempre ouvimos as pessoas dizerem, faz parte...
Talvez de fato faça parte o fato de a nossa ignorância achar que podemos exigir algo de alguém
Só porque nos achamos no direito, ou porque achamos que a pessoa nos deve algo.
Exigimos respeito, exigimos consideração, exigimos cabeças abaixadas e corpos que reverenciam.
Nós não estamos nessa vida para sermos escravos,
Seja de um sentimento, de uma pessoa ou de uma situação.
Tudo o que vem de fora pra dentro não causa transformação.
Porque a transformação é algo que deve vir da gente.
Se somos capazes de amar, amaremos a todos.
Se somos capazes de ser complacentes, então saberemos lidar com pessoas e situações diversas.
A única pessoa que enganamos e ferimos sendo falso acaba sendo nós mesmos.
É assim que acabamos nos perdendo em caminhos que nunca deveríamos ter trilhado.
Nosso corpo engana nossa mente, nossa mente engana nosso corpo, tudo permanece nesse ciclo sem fim.
Pessoas não são objetos, porque no fim objeto são coisas sem valores,
E as pessoas valem muito.
Retornaremos ao presente agora, com a mente clara e as razões explicadas.
Somos escravizados por nosso pensar, por nosso falar e pela sociedade que insiste em nos empurrar coisas que não queremos, que não precisamos, apenas para obter uma quantia financeira.
Nesse mundo capitalista que infere o individualismo como um atributo obrigatório, é difícil pensar de forma coletiva, porque no fim, não fomos programados pra isso.
Então é obvio que se mudarmos o sistema, mas não mudarmos nós mesmos dará tudo errado.
A transformação precisa ser interior, seja para o avanço da humanidade, ou em busca da paz, em respeito ao ser humano, precisamos querer para que algo aconteça.
Like in Autumn, They Fall Apart...
Comumente como eu previ, me questiono sobre como chegamos aqui.
Antes de espadas serem alçadas ao vento para defender uma honra que pouco importa,
Um retorno no tempo se faz necessário...
Eu busco dentro de mim, como sempre busquei uma razão para continuar,
Um motivo pelo qual lutar, talvez a loucura faça parte do meu dia-a-dia.
Quando o grito é tão alto que seus tímpanos não suportam mais e mesmo assim, ninguém escuta...
...Como se sobrevive a isso?
Jovens cometem estupidez, é o que sempre escutamos.
Como se tivéssemos uma bença para errar.
Uma falsa ilusão de que tudo volta atrás,
Só porque intenções e palavras bonitas assim desejam.
Mantemos nossas esperanças de que tudo irá eventualmente melhorar,
E nos cegamos para as coisas que não queremos ver.
Construímos nossas realidades diante do que consideramos aceitável,
E ignoramos todo o restante.
E quando tudo desmorona,
Nos questionamos de quem é a culpa, outro equivoco...
Tratamos culpa, perdão, consideração, respeito, amor,
Como algo que possuimos fisicamente e temos que dar para alguém.
Ignoramos o fato de que essas coisas estão dentro da gente,
Que pertence somente a nós e não ao mundo.
Esses sentimentos não são vendidos em unidades,
Porque eles não podem ser vendidos.
E a gente sofre a vida inteira por não entender isso.
E então sofremos...
Porque queremos exigir do mundo coisas que ele é incapaz de nos dar.
Queremos atribuir ao mundo toda a responsabilidade pelo nosso sucesso, pela nossa felicidade.
Mas no fim, a unica pessoa capaz de nos libertar, somos nós mesmos.
Clichê? De fato o é!
E o engraçado é que ninguém parece escutar de verdade.
Tratamos pessoas como se fossem objetos,
E esperamos que elas ajam como tal.
Afinal objetos são constantes e contínuos em sua finalidade até definharem.
No começo tudo é festa, tudo é maravilhoso e eterno, todo mundo ama, todo mundo ri...
Tudo é tão bom, que desejamos eternizar o momento.
E aí vem o primeiro baque, nada nessa vida é constante, e então sofremos.
Porém ignoramos e fingimos que tudo bem, faz parte...
Então começamos a ignorar coisas, porque consideramos que aquilo que nós temos
É superior ao que somos e ao que sentimos.
Nesse momento, nos traímos pela primeira vez indo por um caminho que não terá um final feliz.
E então os conflitos se iniciam, mas como sempre ouvimos as pessoas dizerem, faz parte...
Talvez de fato faça parte o fato de a nossa ignorância achar que podemos exigir algo de alguém
Só porque nos achamos no direito, ou porque achamos que a pessoa nos deve algo.
Exigimos respeito, exigimos consideração, exigimos cabeças abaixadas e corpos que reverenciam.
Nós não estamos nessa vida para sermos escravos,
Seja de um sentimento, de uma pessoa ou de uma situação.
Tudo o que vem de fora pra dentro não causa transformação.
Porque a transformação é algo que deve vir da gente.
Se somos capazes de amar, amaremos a todos.
Se somos capazes de ser complacentes, então saberemos lidar com pessoas e situações diversas.
A única pessoa que enganamos e ferimos sendo falso acaba sendo nós mesmos.
É assim que acabamos nos perdendo em caminhos que nunca deveríamos ter trilhado.
Nosso corpo engana nossa mente, nossa mente engana nosso corpo, tudo permanece nesse ciclo sem fim.
Pessoas não são objetos, porque no fim objeto são coisas sem valores,
E as pessoas valem muito.
Retornaremos ao presente agora, com a mente clara e as razões explicadas.
Somos escravizados por nosso pensar, por nosso falar e pela sociedade que insiste em nos empurrar coisas que não queremos, que não precisamos, apenas para obter uma quantia financeira.
Nesse mundo capitalista que infere o individualismo como um atributo obrigatório, é difícil pensar de forma coletiva, porque no fim, não fomos programados pra isso.
Então é obvio que se mudarmos o sistema, mas não mudarmos nós mesmos dará tudo errado.
A transformação precisa ser interior, seja para o avanço da humanidade, ou em busca da paz, em respeito ao ser humano, precisamos querer para que algo aconteça.
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