Hunger - Florence + The Machine
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Dentro de mim há um misto de sentimentos
Sentimentos que se abrigam e se destroem
Na explosão se propagam e contaminam tudo ao redor
Geram essa sensação de cólera, cólera ao mundo.
A paz precisa ser mantida, então renego
Renego a desarmonia existente e sorrio.
A vida é bela!
Quase...
Agressividade passiva disfarçada por gentilezas,
Dissimulo as ofensas recebidas e sorrio.
A vida é bela!
Quase...
Minha loucura reside no silêncio,
Talvez seja lá que resida toda a loucura.
O meu caminhar é de revolta e de recusa
Não consigo aceitar a vida tal como ela é,
Não consigo aceitar essa proposta social cômica.
A tragédia é como um tempestade dentro de mim, algo já esperado.
Há a revolta, o desespero, o amor, a esperança... Há uma confusão
Sentimentos que se encontram para colidir.
O caos e a cólera vivem dentro de mim.
Talvez eu seja feita deles, porque tudo, tudo é confusão.
Há uma escuridão, uma venda.
Ela oferece a imunidade em troca da humanidade.
A vida bela em troca da revoltante realidade.
A venda perfeita para viver nesse mundo marginal.
Uma voz ressoa a gritar sem parar,
Cordas vocais sangram aos litros,
Mas a voz é muda, nada propaga.
Cala-te! Eles dizem...
Mãos atadas nada protegem, nada salvam, elas estão contidas.
Um corpo domado, domesticado, não se move.
Olhos que nada veem nada estranham.
Eu nunca vou compreender essa renuncia,
A triste realidade,
Prisioneiros treinados para aprisionar,
A vida que ressoa eternamente sem nada pronunciar.
Um caos dentro do caos, dentro do caos, dentro do caos, dentro do caos...
Cólera
Dentro de mim há um misto de sentimentos
Sentimentos que se abrigam e se destroem
Na explosão se propagam e contaminam tudo ao redor
Geram essa sensação de cólera, cólera ao mundo.
A paz precisa ser mantida, então renego
Renego a desarmonia existente e sorrio.
A vida é bela!
Quase...
Agressividade passiva disfarçada por gentilezas,
Dissimulo as ofensas recebidas e sorrio.
A vida é bela!
Quase...
Minha loucura reside no silêncio,
Talvez seja lá que resida toda a loucura.
O meu caminhar é de revolta e de recusa
Não consigo aceitar a vida tal como ela é,
Não consigo aceitar essa proposta social cômica.
A tragédia é como um tempestade dentro de mim, algo já esperado.
Há a revolta, o desespero, o amor, a esperança... Há uma confusão
Sentimentos que se encontram para colidir.
O caos e a cólera vivem dentro de mim.
Talvez eu seja feita deles, porque tudo, tudo é confusão.
Há uma escuridão, uma venda.
Ela oferece a imunidade em troca da humanidade.
A vida bela em troca da revoltante realidade.
A venda perfeita para viver nesse mundo marginal.
Uma voz ressoa a gritar sem parar,
Cordas vocais sangram aos litros,
Mas a voz é muda, nada propaga.
Cala-te! Eles dizem...
Mãos atadas nada protegem, nada salvam, elas estão contidas.
Um corpo domado, domesticado, não se move.
Olhos que nada veem nada estranham.
Eu nunca vou compreender essa renuncia,
A triste realidade,
Prisioneiros treinados para aprisionar,
A vida que ressoa eternamente sem nada pronunciar.
Um caos dentro do caos, dentro do caos, dentro do caos, dentro do caos...
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