Hunger - Florence + The Machine
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Tento ver através desse vidro embaçado o mundo,
Através dele enquanto estou imersa em minha solidão.
Tento me encaixar em todos esses padrões de ser, de ter, de querer.
E procuro ver graça em tantas coisas fúteis,
No final sempre me questiono, se sou eu que não pertenço a esse mundo,
Ou se ele é realmente tão sem graça.
Vejo toda essa onda de futilidade e toda essa necessidade mundana de se sobrepor.
Vejo pessoas usando pessoas,
Agindo de forma doentia, sem ao menos ter o porque.
E vejo pessoas tendo pena de si mesmas, tornando sua própria existência a mais obscura possível.
Eu vejo o quanto as pessoas complicam coisas tão simples.
E em como elas acabam se perdendo no final em meio a todas as suas mentiras e necessidades falsas.
Vejo pessoas agindo como se já vivem há mil anos e não viveram nem décadas.
E vejo essa necessidade de superioridade como uma das coisas mais ridículas possíveis.
Vejo a hierarquia como uma coisa absurda.
Através desse vidro embaçado, tento ver o mundo com a minha visão limitada.
Porém eu admito que ela é limitada.
E a cada passo que eu dou me pergunto o porque vale a pena prosseguir, o que encontrarei no final.
Diante de todas as alternativas, me pergunto quais são as certas, quais são as erradas.
Correntes pararam de atar os corpos dos homens para atar suas mentes.
E assim toda essa onda tecnologia que dá a impressão de uma falsa felicidade,
Nos domina, e eramos nós que tínhamos que ter o controle.
E assim perdemos noção da hora, do dia, dos anos.
Por fim chego a triste conclusão que a finalidade do mundo é o uso e o abuso de tudo, de todos.
Nascemos para usar as coisas pra suprir nossas necessidades, nossos mimos.
Usamos as pessoas pra que façam coisas pra gente, pra que tenhamos sentimentos.
Por fim o mundo é uma grande troca e os seres humanos totalmente mimados.
Tudo o que fazemos é para facilitar as coisas para nós mesmos.
Através desse vidro embaçado vejo tudo perdendo o controle e perdendo a noção.
No final acabo por acreditar que o ser humano é totalmente egoísta.
Sei lá...
Acho que a vida perdeu toda aquela paixão que tinha.
Se é que um dia teve.
E continuo me perguntando onde está a vontade de desvendar, de criar.
Porque o que vejo é só a mesma coisa... sempre a mesma coisa,
Sempre as mesmas necessidades, a mesma futilidade.
Eu Tento.
Tento ver através desse vidro embaçado o mundo,
Através dele enquanto estou imersa em minha solidão.
Tento me encaixar em todos esses padrões de ser, de ter, de querer.
E procuro ver graça em tantas coisas fúteis,
No final sempre me questiono, se sou eu que não pertenço a esse mundo,
Ou se ele é realmente tão sem graça.
Vejo toda essa onda de futilidade e toda essa necessidade mundana de se sobrepor.
Vejo pessoas usando pessoas,
Agindo de forma doentia, sem ao menos ter o porque.
E vejo pessoas tendo pena de si mesmas, tornando sua própria existência a mais obscura possível.
Eu vejo o quanto as pessoas complicam coisas tão simples.
E em como elas acabam se perdendo no final em meio a todas as suas mentiras e necessidades falsas.
Vejo pessoas agindo como se já vivem há mil anos e não viveram nem décadas.
E vejo essa necessidade de superioridade como uma das coisas mais ridículas possíveis.
Vejo a hierarquia como uma coisa absurda.
Através desse vidro embaçado, tento ver o mundo com a minha visão limitada.
Porém eu admito que ela é limitada.
E a cada passo que eu dou me pergunto o porque vale a pena prosseguir, o que encontrarei no final.
Diante de todas as alternativas, me pergunto quais são as certas, quais são as erradas.
Correntes pararam de atar os corpos dos homens para atar suas mentes.
E assim toda essa onda tecnologia que dá a impressão de uma falsa felicidade,
Nos domina, e eramos nós que tínhamos que ter o controle.
E assim perdemos noção da hora, do dia, dos anos.
Por fim chego a triste conclusão que a finalidade do mundo é o uso e o abuso de tudo, de todos.
Nascemos para usar as coisas pra suprir nossas necessidades, nossos mimos.
Usamos as pessoas pra que façam coisas pra gente, pra que tenhamos sentimentos.
Por fim o mundo é uma grande troca e os seres humanos totalmente mimados.
Tudo o que fazemos é para facilitar as coisas para nós mesmos.
Através desse vidro embaçado vejo tudo perdendo o controle e perdendo a noção.
No final acabo por acreditar que o ser humano é totalmente egoísta.
Sei lá...
Acho que a vida perdeu toda aquela paixão que tinha.
Se é que um dia teve.
E continuo me perguntando onde está a vontade de desvendar, de criar.
Porque o que vejo é só a mesma coisa... sempre a mesma coisa,
Sempre as mesmas necessidades, a mesma futilidade.
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