Queria ser capaz de entender de onde vem essa necessidade de se perder constantemente para ter a sensação de que está indo para algum lugar.
Experiências... Quem necessita delas realmente?
A graça da vida está em ser imprudente.
Em viver simples e não em complicar.
As grandes dúvidas da vida... eu deveria me sentir com sorte por não te-las...
Ou desesperada por jamais vive-las?
Pelo menos uma coisa sobre a vida aprendi... Tudo vem com um custo,
As coisas grandiosas geralmente tem um preço bem alto,
Porém as certezas custam mais caro, ela pode até levar a loucura se permitir.
Dúvidas são uma dádiva da vida, lhe dão inúmeras opções e o que a certeza lhe dá?
Um prazo, uma sentença, uma determinação de como as coisas são.
Certeza... um sofrimento que se alivia enquanto um outro inicia com a cobrança de ser.
Quem dera viver minha vida na imprudência.
No limite, tudo é ao mesmo tempo em que deixa de ser...
Nada é tão intenso para que se possa desejar sua permanência ao mesmo tempo em que se congela o tempo para que o momento perdure como se fosse durar por toda a eternidade.
Devo pedir perdão a vida por eu ser assim?
Centrada onde eu quero chegar.
Tão decidida ao mesmo tempo em que permito me confundir e a usar o tempo e outros fatores como desculpa?
Há um risco, o que se fazer com a verdade enlatada quando ela não é útil, vende-la para o primeiro sonhador desesperado?
Definitivamente essa não é a forma de viver a vida.
Joguem as bulas fora!
Esqueçam o manual de instruções.
Porque neste Mundo as coisas serão aprendidas em primeira mão.
Há que se viver para se saber.
Há que sentir para entender.
Há que se cair para descobrir a importância de levantar.
Retornando ao ponto inicial desta loucura imposta.
Proclamo mais uma vez sobre não entender o sadomasoquismo humano predominante.
O meu masoquismo é questionador, porém não é absoluto.
Sofro para dar valor, essa é a única forma de não esquecermos de onde viemos, para onde desejamos ir e o porque estamos indo, para viver o máximo da existência de cada coisa, de cada pessoa que por sorte temos em nossas vidas.
Ao mesmo tempo em que tudo parece me atormentar, me liberto.
Com medo... de em algum momento me enganar sobre meus sonhos e objetivos, com a tola ilusão de que eles mudarão um dia.
O que foi sacramentado com brasa ninguém jamais poderá mudar.
Nunca devo me esquecer dessas palavras preciosas.
A verdade é que temos medo de fazer isso valer a pena, então sofremos competindo sobre quem consegue ser mais covarde, e quem finge melhor que é corajoso.
Que não sofre porque está realizando algo maior, que as perdas por esse algo maior nada significam.
Tola ignorância mundana.
Que acha que se perder no mundo mudará algo sobre quem realmente és.
Os tolos continuam se enganando com o que tem ao invés de pegar a realidade e fazer valer a pena.
Cada idade é uma idade, cada tempo é um tempo e eles não voltam jamais.
Minhas decisões mais difíceis tem um prazo, e quando elas expirarem não haverá volta, elas serão tomadas.
Não tenho medo de mudar a realidade, pois é exatamente quem sou.
Um ser questionador, apaixonante, apaixonada pela vida, intrigante, contagiante, quase como um vírus, você pode me odiar por tudo o que não sou, mas jamais pelo o que eu sou; não importa o quão ruim seja.
Vivo através das mudanças, porque só elas fazem sentido, ao mesmo tempo em que meus passos de tartaruga tentam prolongar tudo achando que um dia será capaz de alcançar a eternidade.
Essa minha inocência não me torna em uma lunática, demonstra a pureza a qual tento negar algumas vezes.
Não sei ser uma má pessoa, eu simplesmente não nasci para isso.
E enquanto não aceitar esse triste fato, continuarei me flagelando.
A tristeza envolta é um desperdício de tempo que não faz jus a beleza presente em cada momento de nossas vidas.
Queria ser capaz de entender as pessoas, mesmo em seus momentos de existência obscura.
Só para saber a forma exata de dizer "Hei, não chore, você pode ser muito melhor que tudo isso."
O desespero de não saber o que fazer ainda está presente.
Não me condene essa noite por minhas verdades expostas.
As minhas feridas demonstram minha humanidade.
Meu desespero e meu sofrimento minha intensa vontade de viver e de fazer isso valer a pena.
Sem contensão.
Sem pré determinações.
Apenas através da liberdade de ser...
Sem essa obscuridade que tende a dominar as nossas mentes, tentando nos destruir.
Para sempre a beleza, a pureza, a delicadeza, a educação, a bondade permaneceriam como se a eternidade fosse uma realidade e a vida apenas um momento dela.
O momento mais breve e belo de toda a eternidade.
Então esse breve momento se chamaria "Minha vida"
Valendo por todos os anos seguintes da eternidade.
Parem de tentar compreender o momento é aqui e agora.
Vai faze-lo valer a pena ou dialogar sobre as possibilidades?
Um prazo, uma sentença, uma determinação de como as coisas são.
Certeza... um sofrimento que se alivia enquanto um outro inicia com a cobrança de ser.
Quem dera viver minha vida na imprudência.
No limite, tudo é ao mesmo tempo em que deixa de ser...
Nada é tão intenso para que se possa desejar sua permanência ao mesmo tempo em que se congela o tempo para que o momento perdure como se fosse durar por toda a eternidade.
Devo pedir perdão a vida por eu ser assim?
Centrada onde eu quero chegar.
Tão decidida ao mesmo tempo em que permito me confundir e a usar o tempo e outros fatores como desculpa?
Há um risco, o que se fazer com a verdade enlatada quando ela não é útil, vende-la para o primeiro sonhador desesperado?
Definitivamente essa não é a forma de viver a vida.
Joguem as bulas fora!
Esqueçam o manual de instruções.
Porque neste Mundo as coisas serão aprendidas em primeira mão.
Há que se viver para se saber.
Há que sentir para entender.
Há que se cair para descobrir a importância de levantar.
Retornando ao ponto inicial desta loucura imposta.
Proclamo mais uma vez sobre não entender o sadomasoquismo humano predominante.
O meu masoquismo é questionador, porém não é absoluto.
Sofro para dar valor, essa é a única forma de não esquecermos de onde viemos, para onde desejamos ir e o porque estamos indo, para viver o máximo da existência de cada coisa, de cada pessoa que por sorte temos em nossas vidas.
Ao mesmo tempo em que tudo parece me atormentar, me liberto.
Com medo... de em algum momento me enganar sobre meus sonhos e objetivos, com a tola ilusão de que eles mudarão um dia.
O que foi sacramentado com brasa ninguém jamais poderá mudar.
Nunca devo me esquecer dessas palavras preciosas.
A verdade é que temos medo de fazer isso valer a pena, então sofremos competindo sobre quem consegue ser mais covarde, e quem finge melhor que é corajoso.
Que não sofre porque está realizando algo maior, que as perdas por esse algo maior nada significam.
Tola ignorância mundana.
Que acha que se perder no mundo mudará algo sobre quem realmente és.
Os tolos continuam se enganando com o que tem ao invés de pegar a realidade e fazer valer a pena.
Cada idade é uma idade, cada tempo é um tempo e eles não voltam jamais.
Minhas decisões mais difíceis tem um prazo, e quando elas expirarem não haverá volta, elas serão tomadas.
Não tenho medo de mudar a realidade, pois é exatamente quem sou.
Um ser questionador, apaixonante, apaixonada pela vida, intrigante, contagiante, quase como um vírus, você pode me odiar por tudo o que não sou, mas jamais pelo o que eu sou; não importa o quão ruim seja.
Vivo através das mudanças, porque só elas fazem sentido, ao mesmo tempo em que meus passos de tartaruga tentam prolongar tudo achando que um dia será capaz de alcançar a eternidade.
Essa minha inocência não me torna em uma lunática, demonstra a pureza a qual tento negar algumas vezes.
Não sei ser uma má pessoa, eu simplesmente não nasci para isso.
E enquanto não aceitar esse triste fato, continuarei me flagelando.
A tristeza envolta é um desperdício de tempo que não faz jus a beleza presente em cada momento de nossas vidas.
Queria ser capaz de entender as pessoas, mesmo em seus momentos de existência obscura.
Só para saber a forma exata de dizer "Hei, não chore, você pode ser muito melhor que tudo isso."
O desespero de não saber o que fazer ainda está presente.
Não me condene essa noite por minhas verdades expostas.
As minhas feridas demonstram minha humanidade.
Meu desespero e meu sofrimento minha intensa vontade de viver e de fazer isso valer a pena.
Sem contensão.
Sem pré determinações.
Apenas através da liberdade de ser...
Sem essa obscuridade que tende a dominar as nossas mentes, tentando nos destruir.
Para sempre a beleza, a pureza, a delicadeza, a educação, a bondade permaneceriam como se a eternidade fosse uma realidade e a vida apenas um momento dela.
O momento mais breve e belo de toda a eternidade.
Então esse breve momento se chamaria "Minha vida"
Valendo por todos os anos seguintes da eternidade.
Parem de tentar compreender o momento é aqui e agora.
Vai faze-lo valer a pena ou dialogar sobre as possibilidades?

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